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SETEMBRO AMARELO - PREVENÇÃO AO SUICÍDIO

Novidades | min de leitura

Publicado em: 15 de setembro de 2020
Escrito por:

O suicídio pode ser compreendido literalmente como o ato de tirar a própria vida. Essa pode ser a atitude final de uma pessoa que não consegue enxergar maneiras ou formas de amenizar seu sofrimento emocional.

Definição

O suicídio pode ser compreendido literalmente como o ato de tirar a própria vida. Essa pode ser a atitude final de uma pessoa que não consegue enxergar maneiras ou formas de amenizar seu sofrimento emocional.


Como um suicida se sente?

Costuma sentir-se sozinho, desamparado e acuado. E assim age de forma extrema, buscando alívio e não somente o fim da própria vida.


Causas e Contextos do Suicídio

O suicídio está intrinsicamente relacionado a um sofrimento emocional intenso, onde a pessoa, atualmente denominada de “tentante”, não consegue lidar com a dor e desiste de viver no intuito de livrar-se dessa angústia.

As pessoas costumam falar, no senso comum, que alguém que tirou a própria vida é fraco, egoísta, não pensou nos familiares que deixou. Na realidade, porém, os suicidas sofrem por muito tempo e de diferentes maneiras. Tentam comunicar esse sofrimento, mas geralmente o adoecimento mental não é valorizado como tal, e os pedidos de ajuda, na maioria dos casos, não são levados a sério.

A rede de apoio daquele que sofre é frágil e não consegue dar o suporte necessário ao suicida.


Causas e Contextos do Suicídio

O enfrentamento de conflitos, desastres, violência, abusos ou perdas e um senso de isolamento estão fortemente associados ao comportamento suicida.

As taxas de suicídio também são elevadas em grupos vulneráveis que sofrem discriminação, como refugiados e migrantes, indígenas, lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e intersexuais (LGBTI), bem como em pessoas privadas de liberdade.

Fonte: Botega, 2018


Dados Estatísticos sobre o Suicídio no mundo

Segundo estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS), o suicídio é responsável por pelo menos 800 mil mortes anualmente.


A cada 45 segundos, em algum lugar do planeta, acontece um suicídio. Trata-se de um contingente de mais de duas mil pessoas que colocam fim à própria vida diariamente.

Jovens e adultos jovens são os mais afetados, sendo a segunda causa mais frequente de mortes entre quem tem de 19 a 25 anos de idade.

Fonte: WHO, 2014.


Dados Estatísticos sobre o Suicídio no Brasil

No Brasil, são 12 mil suicídios anuais, resultando em uma média de 32 pessoas que diariamente tiram a própria vida.

Estudos mais estruturados tiveram início a partir da compreensão do suicídio como questão de saúde pública atrelada a situações de violência doméstica e abuso sexual, por exemplo.

Essa conscientização se estendeu também para os cuidados nos prontos-socorros, melhorando a qualidade do atendimento emergencial das tentativas de suicídio.


Esclarecendo Tabus e Mitos do Suicídio

Conversar sobre suicídio ou falar sobre sofrimento incentiva o ato?

Jamais.

Uma conversa empática e acolhedora fortalece o sentido da vida. A pessoa percebe-se compreendida e não sozinha.

MITOS VERDADES

“quem quer se matar se mata, não tem jeito”

“os suicidas querem mesmo morrer, nada muda isso”

O “tentante” precisa de ajuda, de suporte!

Lembre-se que ele não quer morrer. Quer apenas livrar-se da dor, da angústia que está sentindo.

Na maioria dos casos, sem perceber que ainda tem recursos para enfrentar.


Esclarecendo Tabus e Mitos do Suicídio

Quem sofre pode estar comunicando sua dor, sem ser ouvido!

FIQUE ATENTO quando alguém diz:

“vontade de sumir e não voltar mais”

“vou desaparecer”

Observe se a pessoa:

• Deixou de ter cuidados básicos próprios, como higiene ou alimentação

• Mantém-se isolado socialmente

• Faz abuso de álcool ou outras drogas

• Comete automutilação

Prevenção

Estratégias de prevenção são fundamentais. O “tentante” dificilmente terá sucesso no primeiro ato. Ou seja, será essencial o fortalecimento de uma rede de cuidados que envolva familiares, amigos, profissionais de saúde em constante comunicação entre si e, principalmente, convivência e interação com o paciente. A intenção não é morrer e sim encontrar saídas que tragam alívio à dor emocional. Diante dessa realidade, campanhas de prevenção ao suicídio destacam-se, pois proporcionam um maior acesso do público-alvo aos conteúdos preventivos, os quais reforçam a importância de atitudes individuais em relacionamentos, em empatia e em cuidados com o próximo, auxiliando, assim, o próprio “tentante” a perceber que não está sozinho

Essa prevenção deve ocorrer continuamente ao longo do ano e ser intensificada no mês símbolo: Setembro Amarelo


Prevenção:

serviços de ajuda!

O CVV – Centro de Valorização da Vida realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo, por telefone (basta discar 188), e-mail e chat 24 horas todos os dias.

Psicoterapia: o atendimento psicológico propõe um espaço de escuta, acolhimento e intervenção clínica perante a situação de sofrimento. Compreendendo a demanda, em seus aspectos históricos, sociais, pessoais e contextuais, o profissional realiza uma intervenção psicológica efetiva e resolutiva, sem julgamentos da sua forma de existir.


CUIDANDO DE VOCÊ!

Você faz uma autoanálise?

Como está se sentindo?

Desanimado, entristecido, sem perspectiva de vida?

Procure ajuda, não desista de você!


Medicina Preventiva

Centro de Promoção à Saúde

Unimed Campinas

medicinapreventiva@unimedcampinas.com.br

(19) 3735-7045

www.unimedcampinas.com.br


Fonte: UNIMED

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